Sentir a beleza é uma interpretação distinta para cada pessoa. Por isso, ela está no sentido de quem vê.

Fazer a beleza é a obrigação de revelar o belo contido em cada pessoa. Por isso, se realiza fazendo a alegria de viver.

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Aplicação do Botox







Essa palavra é uma marca de propriedade do EUA cuja origem vem de toxina botulímica. Apesar de haver outras marcas como Dysport e o Prosigne, aquela é a mais conhecida e foi a primeira a ser liberada para uso cosmético.

A utilização cosmética começou quando dois cientistas observaram que os pacientes tratados com o botox para o blefaroespasmo, distonia, AVC etc, também apresentavam melhoras nas rugas da pele. Portanto, do tratamento terapêutico, passou-se a usar para fins cosméticos.

A função do Botox, ainda em sua origem, era provocar um relaxamento muscular quando injetado. Por observação, percebeu-se que esse relaxamento provocava uma interrupção momentânea do movimento muscular anormal corrigindo o problema.

Atualmente o Botox é muito utilizado pela medicina estética para o tratamento de rugas de expressão, sorriso deprimido, e também para o tratamento de hiperidrose palmar e axilar. São aquelas suadeiras excessivas nas mãos e nas axilas.

Os efeitos positivos para qualquer uma dessas finalidades começa a ser percebido num período de 24h depois da aplicação. E esse efeito se acentua depois de três dias. No entanto, existem casos que é necessário uma complementação que deverá ser feita em até vinte dias.

O melhor disso é que o Botox passou a ser acessível a todas as pessoas que precisam de um tratamento estético. Seja para amenizar as rugas de expressão ou para aplacar a suadeira. Mesmo porque, esse tipo de tratamento atende o paciente de duas formas: primeiro realiza bem a sua função, segundo porque garante um procedimento não cirúrgico.

Atualmente tanto os homens como as mulheres e mesmo os adolescentes com hiperidrose, procuram os recursos do Botox.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Limpeza de Pele Ultrassônica


Sabemos que o maior órgão do corpo humano é a pele. Para se ter uma idéia do seu tamanho, em um adulto de porte médio, ela chega a dois metros quadrados.

E cada vez mais, as pessoas estão tomando consciência da necessidade de cuidar da sua tez, mesmo porque, além da saúde física, é ela que apresenta o brilho e a beleza humana.

Como a maior parte do corpo fica coberta pelas roupas, a face passa a ser o primeiro foco de atenção para a realização de um tratamento que, dentre tantos que se apresentam, existe um que realiza uma limpeza e embelezamento fantástico.


É a limpeza de pele ultrassônica. Com o auxílio de um aparelho que emite microcorrentes de energia, faz-se uma limpeza completa da face, do colo e do pescoço, se for o caso.

O resultado desse trabalho deve fazer com que o rosto se apresente com um aspecto saudável, revitalizado, fresco e limpo. De preferência, esse tratamento deve ser feito a cada 30 dias, pois a poluição urbana juntamente com os estresse do dia-a-dia faz com que a sujeira e as células mortas provoquem um desequilíbrio no PH da pele.

terça-feira, 21 de abril de 2009

A Pele
















Considerando a estrutura epidêmica, em que acontece o processo dinâmico da divisão e maturação celular, as células presentes como queratinócitos sofrem a contínua atividade mitótica, na qual quando formados são empurradas para camadas mais superficiais, havendo produção de novas células.

Para Viglioglia e Rubin (1982, p. 28),

A epiderme é um tecido em constante renovação, representa um verdadeiro sistema cinético, no qual a célula se divide, emigra, se diferencia e morre. No ser humano, todas as células epidérmicas são renovadas uma vez ao mês.

Complementa Harris (2005, p. 33)

A barreira cutânea é continuamente renovada, de maneira controlada e organizada quando a superfície sofre agressões que corrompem essa barreira, uma série de processos bioquímicos são disparados em cascata, de forma a recompô-la.

Por essa afirmação, pode-se considerar que o peeling produz um efeito agressor, capaz de, artificialmente, estimular o processo de maturação dos queratinócitos e, ainda afirma a autora, as principais alterações observadas neste processo, são:

· Perda de atividade mitótica, que só ocorre na membrana basal;
· Síntese de novas organelas a partir de estrato espinhoso;
· Remodelagem da arquitetura, claramente observada pela modificação no formato das células e pelo grau de compactação das camadas;
· Modificações na membrana;
· Síntese de novos lipídios e proteínas.

Dentre estas novas proteínas sintetizadas, podemos considerar a queratina, uma proteína muito elástica e flexível que constitui o principal componente da capa córnea, segundo Rubin (1982), que ainda sobre ela, aborda o efeito de desorganização química denominada queratólise (queratólisis), que pode ser estimulada por agentes químicos, como ácidos e raios ultravioletas, produzindo hiperqueratose.

“Durante a queratinização, cadeia polipeptídicas adjacentes com resíduos de substâncias húmicas - SH, livres das moléculas de cisteína, unem-se através de ligações covalentes fortes, formando pontes dissulfídicas que resultam na formação de queratina, proteína rica em enxofre, altamente resistente e com característica fibrosa” (MATOLTSY, 1976, p. 20,).

Ainda na epiderme, sobre a membrana basal encontram-se os melanócitos, células especializadas na produção da melanina. Viglioglia e Rubin (1982) ressaltam, ainda, que na epiderme o melanócito se relaciona estrategicamente com os queratinócitos para transferir a melanina; os queratinócitos transportam o pigmento e por fim degredam. O conjunto de melanócitos e seus queratinócitos associados constitui uma unidade funcional denominada unidade melânica e está integrada por um melanócito e trinta e seis (36) queratinócitos. Ou seja, podemos entender que qualquer melanócito está em contato com um grande número de queratinócitos, formando a unidade epidérmico-melânica.

Acrescenta Jayme (2006) que a melanina é um pigmento de cor, que varia de amarelada até marrom; quimicamente constitui-se de polímeros do aminoácido tirosina, formado nos melanócitos por ação da tirosinase, de modo que os grânulos de melanina ou melanossomos, produzidos nos corpos dos melanócitos, dirigem-se para os prolongamentos, entram no citoplasma, vão se acumulando na parte superior da queratinócito.

Na medida em que eles (grânulos de melanina) alcançam a superfície, carregam a melanina no seu citoplasma de forma que o pigmento é eliminado da epiderme por descamação. Ou seja, as células que se formam são empurradas juntamente com os queratinócitos para a superfície cutânea, onde finalmente são eliminados por descamação. O autor ainda ressalta que embora constante, a divisão mitótica dos melanócitos é bem mais lenta que a dos queratinócitos, e quando os melanócitos se direcionam para a superfície, neste trajeto, vão perdendo sua atividade, degeneram-se e morrem.

Isso pode significar que esta renovação dos queratinócitos, estimulada através de uma descamação, ainda que seja induzida, favoreça na diminuição da produção do pigmento, já que a atividade dos melanócitos será diminuída.

“Fisiologicamente, a quantidade de melanina é regulada pela constante produção dos melanócitos e degeneração nos queratinócitos.” (IMOKWA, 1993, p. 47).

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