Sentir a beleza é uma interpretação distinta para cada pessoa. Por isso, ela está no sentido de quem vê.

Fazer a beleza é a obrigação de revelar o belo contido em cada pessoa. Por isso, se realiza fazendo a alegria de viver.

Mostrando postagens com marcador PEELING. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PEELING. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de julho de 2012

Pele perfeita, Luminou's Peel





A Clínica Medicina e Estética Magistral é uma das melhores de Fortaleza quando o assunto é peeling. Lá, são feios tanto os peelings físicos, através de máquinas, como a ponteira de diamante, quanto os peelings químicos, com ácidos. DeO lançamento do momento é o o Luminou’s Peel. 
Esse tratamento à base de ácido glicólico + niacinamida + vitaminas A, C e E + drieline e retinol . “Faz uma renovação celular, consequentemente renova da pele, deixando mais iluminada e macia. O resultado é visto na primeira aplicação”, explica Jana Torres, enfermeira cosmetologista da clínica.


Serviço: R$ 100, cada aplicação. 

Marque já sua sessão!

Inf.: 3264-6598

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Peeling Químico Superficial Como Intervenção no Melasma












O peeling superficial tem ação na epiderme, utilizando-se como substâncias ativas os alfa-hidroxiácidos (AHAs), como: glicólico, málico, lático, tartárico e cítrico e os beta-hidroxiácidos (ácido salicílico), ácido fítico, ácido azeláico, solução de Jasser, entre outros, além de suas combinações. É indicado para casos de acne, fotoenvelhecimento leve, eczema hiperquerostática, queratose actínica, rugas finas e melasma.

Conforme referido por Brady (2000), os peelings superficiais podem melhorar o aspecto dos distúrbios pigmentares que são mais profundos do que a lesão produzida pelo agente esfoliante, permitindo a penetração mais profunda dos agentes branqueadores aplicados entre as sessões de peeling.

Os alfa- hidróxiácidos, especialmente o ácido glicólico, em concentração de até 20%, provocam desprendimento dos corneócitos, na junção com o estrato granuloso, resultando na descamação dos níveis inferiores, recém formados do estrato córneo. Esse desprendimento mais uniforme do estrato córneo pode ser específico dessa classe de compostos e não é produzido pela irritação cutânea e por ceratólise (eliminação do extrato córneo do seu nível mais superficial para baixo).

Mark e Rubim (1995) complementam sobre os alfa hidroxiácidos conhecidos como ácidos de frutas, por serem derivados de frutas, sendo que estes produtos costumam ser usados em concentrações de 8% a 15%, como parte de um esquema diário de cuidados com a pele; contudo, também podem ser usados como esfoliantes.

Quando se fala de peeling com AHA, em geral, refere-se ao ácido glicólico, visto que sua utilização é bem freqüente. No entanto, temos exemplo de ácido lático, cítrico, málico, tartárico e mandélico.

Os AHAs fazem parte de um grupo de substâncias utilizadas nessas categorias de peeling. São compostos derivados do leite (ácido lático), de frutas cítricas (ácido cítrico), de maçãs (ácido málico), de uva (ácido tartárico) e cana-de-açúcar (ácido glicólico), mas também podem ser de origem sintética. Diferenciam-se pelo tamanho da molécula, sendo menores as do ácido glicólico e, portanto, com maior poder de penetração na pele. São eficientes no tratamento de rugas, desidratação, espessamento e pigmentação irregular da pele.

O ácido glicólico pode ser utilizado sozinho ou em combinação com outras substâncias, em alguns peelings faciais (COLLEMAN e FUTRELL, 1994). Como agente esfoliante, em vez de um produto para o cuidado diário da pele, o ácido glicólico que se encontra em concentração de 30% a 50% costumam ser aplicado por esteticistas, cosmetólogos ou enfermeiros, enquanto os peelings em que se utiliza o ácido glicólico, nas concentrações de 50% a 70%, geralmente, são realizados por médicos.

Para se alcançar a profundidade desejada, o ácido glicólico utilizado no peeling (e os demais AHA) precisam ser neutralizados para interromper sua ação. Como a profundidade da descamação com ácido glicólico depende de tempo, ao se neutralizar uma descamação com ácido glicólico a 70%, rapidamente, é possível obter uma descamação da mesma profundidade e com os mesmos resultados daquela feita com ácido glicólico a 50%, deixada na pele por mais tempo. Portanto, é mais seguro começar usando ácido glicólico a 50%, deixado na pele por um período mais prolongado do que iniciar com ácido glicólico a 70% que deve ser removido em neutralizado rapidamente, para prevenir a descamação excessiva. (BRADY, 2000).

A técnica de aplicação do ácido glicólico, para o tratamento do melasma, deve ter o objetivo de provocar somente uma ligeira quebra da coesão dos corneócitos superficiais, sendo o bastante para que a pele possa receber medicação domiciliar despigmentante a ser aplicada três dias após o peeling; essa quebra da integridade da camada córnea facilita a penetração dos agentes bloqueadores da enzima tirosinase, responsável pela produção da melanina (VAN SCOTT e YU, 1989, p. 108).

Para que isso aconteça, é necessário medir o desenvolvimento do eritema (quanto maior o grau do eritema, maior será o grau de penetração.

Segundo Moy e Moy (1996), deve-se evitar a formação de eritemas fortes em pacientes em programa de tratamento de melasma (cloasma). Esses autores complementam afirmando que a aplicação de ácido glicólico deve ser feita de forma uniforme sobre a superfície da pele a ser tratada e removido quando o paciente relatar os primeiros sinais de ardor. Antes, a pele deve estar totalmente limpa, livre de gorduras. Sua neutralização pode ser feita com uma solução de bicarbonato de sódio que libera dióxido de carbono, em forma de bolhas ou efervescência na superfície da pele.

Para Rubim (1995), a concentração ideal de ácido glicólico a ser adotada inicialmente, por ser mais segura, é de 30%. Na medida do possível, sua concentração deve ser aumentada. Brady (2000) complementa que, em geral, são realizadas várias vezes, a fim de obter melhor desempenho com a esfoliação semanal, quinzenal ou mensal da epiderme, podendo melhorar o aspecto da pele.

Segundo Brady (2000), o ácido lático a 70% tem ação mais lenta, como agente epidermolítico. Concentrações mais baixas do ácido lático de 5% a 20% causam desprendimento dos corneócitos e subseqüente dos níveis mais inferiores do estrato córneo recém-formado. Esse ácido é convertido por mecanismos fisiológicos em ácido pirúvico que é um alfa-cetoácido. O ácido salicílico é um beta-hidroxiácido, apesar de não ser aceita essa classificação química, uma vez que este é formado por um grupo carboexila e um álcool ligados diretamente, num anel aromático (DITRE, 2005).

Kligman (1996) sugere uma solução esfoliante de ácido salicílico a 35% em etanol, aplicada na face com cotonetes, para melhorar os comedões e clarear a pigmentação. Essa solução causa sensação discreta de picadas durante três minutos, seguida de anestesia superficial ao toque suave. Após cinco minuto secando ao ar livre, a face é lavada com água. A esfoliação é tardia começando entre o terceiro e quinto dia e estendendo-se por dez dias. O eritema e o edema são mínimos e o peeling pode ser repetido a cada duas a quatro semanas.

O peeling de Jessner é um tratamento químico destinado a remover camadas superficiais da pele. É usado para ajudar a secar acne ativa, diminuir rugas e cicatrizes superficiais e clarear manchas escuras, hiperpigmentadas da pele.

A combinação do resorcinol com ácidos salicílico e lático em etanol foi desenvolvida pelo Dr. Max Jessner para reduzir a concentração e os efeitos tóxicos de todos esses compostos e aumentar seus efeitos como agente ceratolítico.

O resorcinol é um isômero do catecol e da hidroquinona Ele está relacionado estrutural e quimicamente à com o fenol. Solúvel em água, álcool, éter e gorduras, o resorcinol em solução alcalina apresenta grande afinidade pelo oxigênio e é um agente redutor.

Goldman et al (1995), diz que no final do século XIX, Unna descreveu o uso da pasta de resorcinol como agente esfoliante nas concentrações de 10% a 30%. Na França, Letessier apud Goldeman et al (1995) modificou sua fórmula para tratar acne, melasma e dermato-heliose, usando resorcinol a 50%. Letessier (op. cit.) evitava o eritema excessivo usando anxungia, um derivado da gordura de porco ou tocinho destinado ao uso médico, acrescentado a uma terra argilosa (ceissatita), para conseguir homogeneidade. O termo ceissalita é derivado da cidade francesa em que se originou e é semelhante ao caulim usado na mistura americana.

Segundo Monheit (2004), além das pastas de peeling, o resorcinol tem sido usado nas concentrações de 10% a 50% em éter ou álcool, para tratar distúrbios de hiperceratose e promover esfoliação.

A aplicação da solução de Jessner, também conhecida como peeling de Combe, causa lesão epidérmica sem formação de vesículas detectáveis ao exame clínico. Essa combinação de resorcinol com ácidos salicílico e lático, em solução alcoólica causa apenas separação do extrato córneo, com edemas intracelular e intra-epitelial da camada superior da epiderme, quando o agente esfoliante é aplicado em três camadas, com dois cotonetes, não há alterações detectáveis na derme, segundo Brody (2000).

Antes de aplicar a solução, a pele deve ser limpa com álcool e, em seguida, ácido glicólico. Aplica-se a solução à pele com gaze, cotonetes ou escova pequena. Como a solução é uma combinação de ácidos leves, em geral, ocorre algum ardor durante a aplicação. Após aplicar a solução, a face pode ficar com áreas esbranquiçadas, conhecidas como enregelamento. Isso mostra que a solução está agindo e, em geral desaparece em 15 a 30 minutos. A face pode parecer levemente mais avermelhada que o normal, durante algum tempo após o tratamento.

Na maioria dos casos, a descamação costuma ocorrer entre o segundo e o quinto dia, após o tratamento. É provável que a pele fique muito seca e possam surgir algumas pequenas rachaduras. Em geral, a área descamada irá parecer como se tivesse sofrido uma queimadura solar discreta ou moderada.

O número de camadas aplicadas, da solução, varia de acordo com o tipo da pele. Não há limite para o número de descamações às quais uma pessoa pode se submeter, na medida em que a melhoria prossegue. O número de aplicações necessárias para determinado problema varia de acordo com a pessoa, entretanto, esses peelings deverão ser espaçados em intervalos de 2 a 4 semanas.

Rubim (1995) relaciona, da seguinte forma, as vantagens do peeling com solução de Jessner:
1. São muito superficiais e raramente aprofundam-se mais que o esperado. Portanto, um peeling de Jessner é uma escolha segura para pacientes de pele fina e sensível.

2. Proporciona uma esfoliação de profundidade razoavelmente uniforme, ao contrário dos AHAs.

3. Provocam uma boa quantidade de esfoliação. Isso é útil no tratamento de discromias, quando se está tentando diminuir o número de ceratinócitos que contêm melanina.

4. Como a concentração de resorcinol na solução de Jessner é baixa, há menos risco de toxidade do que em um peeling com resorcinol na concentração regular.

Fórmula da solução de Jassner:

· Ácido salicílico – 14g
· Resorcinol – 14 g
· Ácido lático – 14 g
· Etanol para complementar -100ml

O ácido fítico é um outro esfoliante que possui efeitos semelhantes aos AHAs. É um componente natural das plantas, que nas concentrações de 3% a 10% têm uma valiosa propriedade esfoliativa. A vantagem do ácido fítico sobre os AHAs é sua capacidade de agir em baixos PHs sem causar irritações ou desconforto.

Em estudos do ciclo metabólico celular, o ácido fítico demonstrou uma eficácia superior à dos AHAs, bem como demonstrou ser menos agressivo em testes com emplastos de 48 horas de ação. O ácido fítico demonstrou ser benéfico em indivíduos de pele escura, hispânicos e também em pessoas com pele sensível que não tolera a ação dos AHAs.

Como regra geral não há necessidade de anestesia para peelings superficias. Embora a tolerância dos pacientes ao procedimento seja extremamente variável. Um uso de abanador, e algumas palavras de estímulo por parte do profissional, é tudo que o paciente precisa.

É importante o paciente der comunicado do ardor ou queimação associados ao peeling, que variam de acordo com diferentes substâncias e concentrações químicas empregadas. Portanto, se trocar de agentes esfoliantes em peelings subseqüentes no mesmo paciente, ele irá ter sensações diferentes.Contudo,todos os esfoliantes superficiais causam desconforto transitório que persiste apenas por 15 a 30 minutos,no máximo.
Copyright©JanaTorres2007

Peeling Químico










O Peeling químico envolve a aplicação de um esfoliante químico para atingir a epiderme e a derme e remover as lesões superficiais e melhorar a textura da pele. Vários agentes químicos ácidos e básicos são usados para produzir os variados efeitos do peelings químicos, leves, médios e profundos, por meio de diferenças em sua capacidade de destruir a pele. O nível de penetração, de destruição e de inflamação determina a profundidade do peeling.

A profundidade do peeling depende também do tipo de ácido ou técnica utilizada. Quanto mais agressivo for o ácido, mais profundo será o peeling, com conseqüente melhores resultados e maior risco de complicações. Os peelings superficiais, com ácido glicólico, por exemplo, propiciam uma descamação leve, retirando apenas as lesões mais superficiais da epiderme. Por ser menos agressivo, não necessita de repouso ou recuperação, podendo o paciente voltar às atividades no mesmo dia. No caso dos peelings médios eles são mais agressivos e efetivos que os peelings superficiais, pois ocorre uma descamação intensa, necessitando de 7 a 14 dias para a recuperação.

Os peelings profundos como os realizados com fenol, tricloracético ( TCA), laser, CO2,dentre outros, levam à formação de crostas, as quais demoram até 15 dias para caírem. São os peelings mais agressivos, necessitando anestesia para a realização. Por atingirem as camadas mais profundas da pele, propiciam os melhores resultados, mas também as maiores chances de complicações.

Segundo Ribeiro (2006) a esfoliação é também conhecida em francês como gomage, raspagem da pele ou peeling, do verbo inglês to peel (esfoliar).

A esfoliação ou peeling químico, para Drake (1995, p. 497)

Consiste na aplicação de um ou mais agentes esfoliantes químicos na pele, para o tratamento de certas doenças cutâneas ou melhoras estéticas. O processo resulta da destruição de porções da epiderme e/ou derme e a regeneração de novos tecidos dérmicos e epidérmicos.

Ou seja, um peeling químico utiliza uma substância esfoliativa aplicada à superfície da pele para remover as camadas epidérmicas ou, em alguns casos, dérmicas. Esse tipo de esfoliação, na área médica, também é conhecida como quimiocirurgia, quimioesfoliação ou resurfacing químico.
Existem três ‘potências’ de peeling químico que, segundo Robles (2004), classificam-se em: superficial, aquele que atua na epiderme; médio, o que atua até o nível das papilas dérmicas e o profundo que penetra até a derme reticular.

Já para Mark e Rubim (1995, p.47),

O peeling superficial consiste na destruição de qualquer parte da epiderme até a derme papilar; o peeling de média profundidade é a destruição que se estende até a derme reticular superior; e os peelings profundos, a destruição que se estende até a derme mesorreticular.

Segundo a classificação dos autores, quanto ao peeling superficial, pode ocorrer uma esfoliação que promove um afinamento ou remoção do estrato córneo e não criam lesão abaixo do estrato granuloso; ou no máximo uma necrose da parte ou de toda epiderme, em qualquer parte do estrato granuloso até a camada de células basais.

Monheit (1999, p.670) complementa:

A estimulação do crescimento epidérmico mediante a remoção do estrato córneo sem necrose consiste num peeling superficial leve. Por meio da esfoliação, espessa a epiderme com alterações regenerativas qualitativas. A destruição da epiderme define um peeling químico superficial completo, induzindo a regeneração da epiderme.

Considera-se a pele um órgão dinâmico, em constante crescimento, em que as células dividem-se na camada basal da epiderme e começam sua jornada para cima, em direção à camada mais superior, o estrato córneo. À medida que novas células continuam a crescer, as células antigas do estrato córneo desprendem-se. Essa esfoliação de células do estrato córneo é um evento diário e, para Mark e Rubim (1995, p.48),

O peeling químico consiste basicamente em uma forma acelerada de esfoliação induzida pelo uso de um cauterizante químico ou agente escarificador. Agentes descamativos muito leves induzem uma esfoliação mais rápida das células no estrato córneo, ao passo que agentes esfoliantes mais profundos provocam necrose e inflamação na epiderme, na derme papilar ou na derme reticular.

Brown (1999), a respeito dessa renovação, refere que as células sobem lentamente e vão perdendo seu núcleo e morrem, e esta camada externa conhecida como estrato córneo – é descartada, então, de modo imperceptível, desfazendo-se em partículas microscópicas durante a atividade diária. Esse processo, por sua vez, desencadeia a produção de novas células cutâneas na camada profunda, e complementa o raciocínio afirmando que:

Quando a pele sofre um ferimento, o processo acelera-se para produzir novas células em substituição às que foram danificadas. Esse ciclo de substituição torna-se mais moroso com o avanço da idade, uma vez que as células se tornam mais lentas em todos os seus processos, menos capazes de se dividir e menos hidratadas (BROWN, 1999, p. 33).

Isso significa que o peeling, por estímular a produção de novas células, gera também efeitos benéficos na pele, que Mark e Rubim (1995, p.50) relacionam essas alterações por três mecanismos:

- Estimulação do crescimento epidérmico mediantes a remoção do estrato córneo. Mesmo descamações muito leves que não causam necrose na ‘epiderme viva’ podem induzir a epiderme a espessar-se.

- Destruição de camadas específicas da pele lesada. Ao destruir as camadas e substituí-las por tecido mais “normalizado”, obtém-se um melhor resultado estético. Isso é especialmente verdadeiro no tratamento de anormalidades de pigmentação e de ceratoses actínicas.

- indução de uma reação inflamatória no tecido mais profundo que a necrose provocada pelo agente esfoliante. A ativação de mediadores da inflamação (por um mecanismo pouco compreendido) pode induzir a produção de colágeno novo e de substância fundamental na derme. As lesões epidérmicas podem induzir a deposição de colágeno e glicosaminoglicanos na derme.

No entanto, os mecanismos gerados através do peeling levam a produzir uma melhor circulação da pele, melhorando assim todas as funções, inibe a atividade das colagenoses e com isso induz a degradação de colágeno na epiderme papilar. Os fibroblastos na derme papilar são estimulados, o que leva a um fortalecimento estrutural da membrana basal. A pele fica mais resistente à tração e ao trauma, havendo uma redução considerável na fragilidade da pele.

Os mesmos benefícios são observados por Draelos (1991) quando afirma que a pele não agredida pelo sol se caracteriza por seu aspecto sem manchas, pigmentação homogênea e textura macia. Com o passar dos anos, a velocidade de renovação celular diminui,e o peeling é um procedimento que visa a acelerar o processo de esfoliação cutânea, promovendo a remoção celular, pelo uso de substâncias químicas. Dessa forma, a pele readquire o aspecto mais jovial e renovado.

Para Jimbow et al (1974, p. 49) alertam que os processos de clareamento, homogeneização, correção e estimulação podem ter uma eficácia aumentada quando usados após a remoção do estrato córneo, por remover a camada basal sem afetar a barreira funcional da pele melhorando a penetração dos produtos como tretinoína e a hidroquinona nas camadas mais profundas da pele, além de que essas substâncias, com seu importante efeito intracelular,regulam as funções de ambos queratinócitos e melanócitos.

Fundamentando-se na visão incomum dos autores a respeito dos efeitos do peeling tem importante significado na atuação como promotores de penetração e permeação cutânea dos ativos,além desse procedimento resultar no processo de renovação celular intenso, normalizando a pigmentação da pele, atenuando marcas e minimizando rugas.

Fonseca e Nogueira (2000) conceitua agentes de ação queratolítica aqueles produtos que contêm substâncias capazes de provocar amolecimento da queratina e despregamento ou separação das diferentes camadas celulares que constituem a camada córnea (esfoliação), que tem a finalidade de ´´amolecer`` a camada córnea e possibilitar a passagem e penetração das substâncias ou ativos que juntamente estejam incorporados.

Moy (1994) ainda complementa esse conceito de Fonseca e Nogueira (2000) ao referir que o peeling possibilita a penetração de agentes clareadores utilizados em domicílio em peles com lesões hiperpigmentadas:

Para o tratamento das lesões hiperpigmentadas da pele, devemos agir com extrema cautela e praticar ´´peeling´´, altamente superficiais, com o objetivo claro de obter somente uma ligeira quebra da coesão dos corneócitos superficiais. Isto é o bastante para que a pele possa receber medicação domiciliar a ser aplicada três dias após o peeling. Essa quebra da integridade da camada córnea, facilita a penetração dos agentes bloqueadores da enzima tirosinase, responsável pela produção da melanina (MOY, 1994, 19).

Copyright©JanaTorres2007